Financiar energia solar: como saber se a parcela cabe na economia (e por que olhar o CET, não só os juros)
Equipe Lar Solar · Revisão técnica: Rafael de Paula · Publicado em · Atualizado em · Política editorial

O valor de entrada costuma ser o que mais trava a decisão de instalar energia solar. Financiar o sistema é a forma mais comum de resolver esse descompasso entre o investimento inicial e o retorno, que aparece mês a mês na conta.
Tipos de crédito mais comuns
Bancos, cooperativas de crédito e fintechs oferecem linhas específicas para energia solar, normalmente com prazos mais longos que um empréstimo pessoal comum. Prazos, carência e taxas mudam de instituição para instituição e ao longo do tempo — por isso a comparação precisa ser feita na data da proposta.
Também existem consórcios voltados a energia solar (sem juros, mas sem data certa de contemplação) e linhas com garantia, que costumam ter custo menor para quem pode oferecê-la.
Como comparar propostas
O número que importa é o CET. Segundo o material do Ministério da Justiça sobre o tema, ele reúne todos os encargos e despesas da operação de crédito e deve ser informado antes da contratação — é o jeito correto de comparar duas propostas de instituições diferentes.
Depois, compare a parcela com a economia mensal estimada. Quando o sistema é bem dimensionado, a parcela pode ficar próxima do valor que deixa de ser pago à distribuidora — mas isso precisa ser calculado para o seu caso, não assumido.
Como a Lar Solar ajuda nessa etapa
Antes de fechar, ajudamos a avaliar as linhas disponíveis para o seu perfil como parte do estudo de viabilidade, para que a decisão leve em conta o custo real do dinheiro.
Fontes
- Boletim Consumo e Finanças nº 8 — Custo Efetivo Total (CET) — Ministério da Justiça
